terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Como é ser Professora de Artesanato em uma Feira de Artes




Para Ser professor em  Feira Rio Artes,é preciso  seguir um planejamento focado em praticidade, engajamento rápido e aprendizado prático (mão na massa).

A cada passo dentro da feira, os olhos são imediatamente atraídos por vitrines cheias de encanto. São peças cuidadosamente expostas, materiais variados e uma explosão de cores que parece dançar diante de quem passa. O ambiente é vibrante: tecidos estampados, fios coloridos, tintas, ferramentas e objetos artesanais se misturam em uma verdadeira celebração da criatividade.

 Minha história na Feira Rio Artes

Quando penso na Feira Rio Artes, lembro que minha relação com ela começou como visitante. Eu caminhava pelos corredores, encantada com as vitrines cheias de cores, texturas e ideias. Cada ano era uma surpresa, porque sempre havia um tema diferente, e isso tornava cada edição única, como se fosse um novo capítulo de um livro cheio de criatividade.

Com o tempo, deixei de ser apenas aluna e passei a ser professor. Essa transição foi especial: de quem aprende para quem ensina. E ensinar na feira é muito mais do que mostrar técnicas — é inspirar pessoas, revelar que materiais simples podem se transformar em peças bonitas e práticas, e acompanhar a alegria dos alunos ao descobrirem talentos escondidos.

Minha trajetória também foi marcada pelas empresas com as quais trabalhei. Primeiro, colaborei com um fabricante de papéis especiais, criando peças que mostravam toda a delicadeza e versatilidade desse material. Depois, tive a oportunidade de trabalhar com uma empresa especializada em colas, onde o desafio era mostrar como um detalhe tão essencial podia dar vida e resistência às criações. Mais recentemente, passei a atuar com uma empresa de materiais diversos de papelaria, o que ampliou ainda mais meu repertório e me permitiu explorar novas combinações e possibilidades.

Cada parceria trouxe aprendizados diferentes e me fez perceber que o papel do professor na feira é também o de tradutor da criatividade: transformar produtos em inspiração, vitrines em ideias e oficinas em experiências inesquecíveis.


A alegria de ensinar na Feira Rio Artes
Uma das maiores recompensas de ser professor na Feira Rio Artes é ver o aluno terminar sua peça e sair com ela nas mãos, orgulhoso do que conseguiu criar. Esse momento é especial: é como se cada trabalho concluído fosse também uma vitória compartilhada, tanto para quem aprende quanto para quem ensina.
Por trás desse resultado existe um processo intenso. 

Antes mesmo do evento acontecer, passo horas em concentração e dedicação, planejando cada detalhe. É preciso pensar em projetos que sejam bonitos e práticos, que encantem nas vitrines e que possam ser realizados dentro do tempo das oficinas. Essa preparação exige cuidado, porque sei que cada peça será não apenas um exercício de técnica, mas também uma experiência de descoberta para o aluno.
E é justamente essa mistura de esforço e emoção que torna a feira tão significativa para mim. Cada edição, com seu tema diferente, é um novo desafio criativo.

 Cada parceria com empresas — seja de papéis especiais, colas ou materiais diversos de papelaria — traz novas possibilidades. Mas o que permanece igual, ano após ano, é a satisfação imensa de ver pessoas comuns se transformarem em artesãos por algumas horas, levando para casa não apenas uma peça, mas também uma lembrança de que são capazes de criar algo único.


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